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Atenção com os exageros da alimentação nas festas de fim de ano

Chegou a época das muitas confraternizações, geralmente com direito a ceia e mesas fartas. Para isso, a equipe da MultiGastro separou algumas dicas que podem garantir um Natal e réveillon seguros, sem prejudicar seu sistema digestivo e sem estragar suas festas. Confira: Evite exageros – A ceia de Natal é sinônimo de fartura, portanto, evite comer e beber demais. Pequenas porções são mais indicadas, principalmente quando se tratar de alimentos mais pesados. Uma dica importante é escolher um prato menor, servindo, assim, menos comida. Aproveite as frutas secas e oleaginosas – Nas festas de fim de ano, frutas secas e cristalizadas são facilmente encontradas em vários pratos. As ameixas secas, damascos, uvas-passas são boas opções de petisco, em substituição às frituras e quitutes gordurosos. As sementes oleaginosas, como castanhas, nozes e amendoim, possuem a chamada “gordura boa” e tem comprovada ação benéfica ao funcionamento do coração. Cuidado com o sal – O excesso de sódio, substância presente na composição do sal, causa, além da hipertensão, problemas renais e digestivos. Conheça a procedência das comidas – Prefira alimentos preparados em casa ou em locais que sejam confiáveis e reconhecidos pela qualidade e limpeza, fundamentais para a boa... Leia Mais

Câncer de estômago: endoscopia é o exame mais indicado para diagnóstico

Também conhecido como câncer gástrico, o câncer de estômago apresenta três tipos predominantes: adenocarcinoma (responsável por 95% dos casos), linfoma (diagnosticado em cerca de 3% dos casos), e leiomiossarcoma. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são diagnosticados mais de 20 mil novos casos de câncer gástrico por ano, aparecendo em terceiro lugar na incidência entre os homens e em quinto entre as mulheres do Brasil. Não se sabe ao certo o que causa o câncer de estômago, mas sabe-se que o frequente consumo de alimentos ricos em sal, alimentos defumados e em conserva, além da infecção pela bactéria H. pilory podem ter relação com o desenvolvimento da doença. Para a identificação e diagnóstico do câncer de estômago, o exame mais indicado é a endoscopia digestiva, que pode ser solicitada para pacientes com fatores de risco ou com sintomas que possam sugerir a doença. Como o câncer raramente apresenta sintomas na fase inicial, alguns indícios como perda de peso, fadiga, anemia, dor abdominal, azia, náuseas, vômitos persistentes podem ser confundidos com doenças do sistema gastrointestinal, como a gastrite e a úlcera, portanto, é preciso um estudo médico detalhado de cada caso. Outros exames laboratoriais e de imagem também podem ser solicitados para o diagnóstico da doença. O diagnóstico precoce possibilita o tratamento menos agressivo e maior chance de... Leia Mais

Esôfago de Barrett: causas, sintomas e tratamento

Você sabia que quando não tratada a doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) pode evoluir para um problema sério chamado esôfago de Barrett, que é caracterizado pela alteração do tecido que reveste a parte final do esôfago devido à exposição prolongada ao suco gástrico? De acordo com a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) mais de 150 mil novos casos da doença são registrados por ano, no Brasil, com maior prevalência em adultos de média idade (55 anos) e idosos do sexo masculino. A doença em si não causa sintomas, mas quando aparecem estão associados à presença da DRGE que inclui sintomas como queimação e regurgitação. O diagnóstico do Barrett deve ser feito por meio da endoscopia digestiva e confirmado através de biópsias, que tem como principal intenção diagnosticar os tipos de alterações celulares, entre elas as pré-malignas (displasia). Segundo o gastroenterologista da MultiGastro, Gerson Brasil, o tratamento da doença age diretamente no agente causador, ou seja, o refluxo gastresofágico. ”Apesar de não ter cura, o paciente pode controlar e evitar a progressão da doença para o câncer de esôfago, adotando melhores hábitos alimentares, perda de peso e, principalmente, medicações que diminuam a acidez gástrica de forma efetiva, obviamente, tudo acompanhado pelo um gastroenterologista.  A cirurgia é uma opção indicada só em casos severos e de difícil tratamento medicamentoso”, afirma.   *Este blog tem caráter apenas informativo, ou seja, as informações prestadas aqui não substituem a avaliação médica e não se caracterizam como atendimento médico. Dúvidas e perguntas sobre indicações, receitas e dosagens de medicamentos/tratamentos deverão ser feitas diretamente ao seu médico. Evite qualquer forma de automedicação e procure acompanhamento por um profissional... Leia Mais

Colonoscopia – Saiba o que é mito ou verdade sobre o procedimento

A colonoscopia é um exame que permite ao médico analisar com precisão o revestimento interno do intestino grosso e parte do delgado, correspondente ao reto, ao cólon e o íleo terminal. O procedimento dura em média de 20 a 30 minutos e o cólon deve estar sem resíduos alimentares, o que exige um preparo prévio indicado pelo endoscopista, que consiste em uma dieta líquido/pastosa e o uso de laxantes nas 24 horas antecedentes a colonoscopia. Apesar de ser um exame simples a colonoscopia é fundamental para o diagnóstico preciso de problemas no intestino, como o câncer colorretal, úlceras e divertículos. A Colonoscopia ainda é cercada por muitos mitos e dúvidas e para ajudar a desmistificar e tranquilizar os pacientes quanto ao procedimento, a Multigastro explica o que é mito ou verdade. MITOS e VERDADE SOBRE COLONOSCOPIA Dor durante o exame? – MITO O paciente é sedado e, assim, não sente nada durante o procedimento. Todavia, o preparo pode ser desconfortável, haja vista a necessidade do uso de medicamentos laxativos que esvaziam o intestino grosso e permitem o estudo do cólon. Colonoscopia é indicada a todos os pacientes? – MITO Existem algumas situações em que a colonoscopia para diagnóstico é indicada: pessoas com mais de 50 anos; com histórico familiar de 1° grau diagnosticado com o câncer no intestino; com queixas de sangramento intestinal; anormalidades diagnosticadas por outros exames de imagem; A frequência depende dos sintomas e dos achados, alterando em cada caso. É possível retirar tumores? – VERDADE Na maioria dos casos, pequenos tumores e pólipos (grupos de células que se formam na mucosa do reto e cólon podem... Leia Mais

DOENÇA DE CROHN e RETOCOLITE ULCERATIVA

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de cinco milhões de pessoas possuem a doença de Crohn ou a Retocolite Ulcerativa, que são síndromes que afetam o sistema digestório, causando inflamações no tecido intestinal e, consequentemente, lesões e sangramentos na região. A doença de Crohn é caracterizada pela inflamação em todas as camadas intestinais, com lesões difusas ao longo do trato digestivo. Já a retocolite ulcerativa afeta somente o cólon e reto, preservando as outras regiões do sistema digestório.  Nesse caso a lesão costuma ser contínua e acomete apenas a camada mais superficial da mucosa do intestino, levando à inflamação e formação de úlceras. Apesar de serem distintas, os sintomas são muito parecidos e incluem diarreia, perda de sangue nas fezes, dor abdominal, febre, emagrecimento e anemia. De acordo com especialistas, a doença inflamatória intestinal aumenta as chances de o paciente apresentar um câncer colorretal no futuro. O risco é maior ainda para os pacientes com diagnóstico tardio e com grandes danos intestinais. O diagnóstico de Crohn e retocolite é realizado por meio da colonoscopia com biópsia, onde o médico consegue visualizar toda a extensão do intestino, facilitando detecção de ulcerações, pseudopólipos, granulomas associados a sinais de inflamação da mucosa intestinal. Caso sejam encontradas lesões suspeitas é feita a biópsia da área para obter um diagnóstico preciso da patologia. Segundo o médico da MultiGastro, Josué Santos, mesmo não tendo cura, as doenças podem ser controladas através de medicamentos, o que reduz a incidência de complicações e proporciona uma melhor qualidade de vida para essas pessoas. “Atualmente, os pacientes contam com procedimentos avançados, como a colonoscopia, que permitem o... Leia Mais